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Cinema: a Unidade Eletiva para os criativos

19 agosto 2021

Em disciplinas e programas, o Magnum aborda as diferentes formas de arte como música e poesia. Em 2021, o cinema, considerado a sétima arte, tornou-se uma Unidade Eletiva, criada para os alunos que se encantam pelo audiovisual e querem aprender mais sobre seus aspectos teóricos e práticos.

As Unidades Eletivas são programas do Magnum dedicados aos alunos que buscam aprofundar seus interesses; desenvolver habilidades cognitivas e práticas que perpassam o autoconhecimento, a criatividade, a colaboração e o diálogo. A cada semestre, o aluno tem a oportunidade de escolher uma das unidades eletivas, disponibilizadas como disciplinas extraclasse, para complementar a matriz curricular do aluno. Quer entender um pouco mais sobre as unidades eletivas de 2021 e quais habilidades são trabalhadas? Leia mais aqui.

Temas abordados na Unidade Eletiva de Cinema:
• A invenção do cinematógrafo
• A influência das vanguardas artísticas.
• O cinema brasileiro.
• Documentário x Ficção.
• O cinema da contemporaneidade.

Outro tópico muito abordado nas integrações com os alunos refere-se às áreas interligadas ao cinema, como fotografia, direção de arte, edição e continuidade. O estudo de formas artísticas, além de contribuir para uma formação mais completa de nossos alunos, desperta a criatividade e habilidades que serão essenciais ao longo da vida.

Por que estudar cinema?

“Hoje, o cinema está muito presente na nossa vida através da publicidade e das produções audiovisuais”, comenta Renato Duarte, monitor da Unidade. Também chama a atenção à multiplicidade do tema. “O cinema é uma forma de arte que dialoga com todas as outras, seja a performance artística, como o teatro, a pintura, a escultura, design de interiores e muitas outras”.
Os alunos podem ganhar muito com esse programa. “Como diria o filósofo Edgar Morin, o cinema é a forma de arte onde você mais consegue ver o ponto de vista do outro”, reflete o monitor que é graduado em artes visuais e tem atuação em cinema, audiovisual e educação. Ele reforça que quem estuda cinema está sempre vendo outros pontos de vista.

Quem deve estudar cinema?

O perfil dos alunos é muito variado, diz Renato. De apaixonados por filmes até aqueles que desejam atuar de alguma forma com as técnicas dessa arte. “Vários alunos que gostam muito de música, dança, atuação estão procurando na unidade eletiva conhecer um pouco mais de arte no geral”, pontua o monitor.
Além do conteúdo teórico e do diálogo em torno de conceitos da arte, Renato conta que os alunos encontram nessa eletiva um espaço de experimentação. “Nosso curso tem um caráter que também é prático, além da gente entender o que é o cinema, conhecer um pouco da sua história e da filosofia por trás. Vamos também fazer muitos exercícios para poder fixar o conteúdo e experimentar como é essa criação do cinema”.

O cinema brasileiro como conhecimento e identidade

Um dos objetivos do curso é explorar a arte do cinema para além do óbvio. Focar no cinema nacional, além de ganho sobre a própria cultura, também traz conhecimentos de história e filosofia para entender a realidade brasileira.
“Conhecer o cinema brasileiro e estudá-lo é conhecer nossa história, nossa sociedade”, ressalta Renato. Isso se espelha em entendimentos sobre a coletividade. "Poder ver o cinema brasileiro e entender como ele reflete o nosso país, e faz a gente conhecer o nosso povo como nação”.
E, claro, isso contribui para uma formação mais humana, baseada em princípios de colaboração e cidadania. “Conseguimos pensar melhor o País, pensar o que a população precisa fazer para resolver suas aflições e alcançar seus sonhos”.
O monitor da Unidade, que faz parte do Magnum Cultural, reforça que a arte é fundamental para a humanidade. “Acredito muito na educação e na educação artística, porque a arte é uma forma de o ser humano comunicar os seus anseios e os seus desejos. Acredito que a educação é o melhor caminho para alcançar a melhor comunicação, esse melhor contato entre nós”, conclui.