COLÉGIO MAGNUM CIDADE NOVA

UMA ESCOLA COMPLETA

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Da inscrição ao primeiro dia de aula – como o Magnum ajuda na transição dos alunos para a nova escola

24 novembro 2020

Na maioria das vezes, o primeiro contato de uma família com um novo colégio vem antes da inscrição. Na nossa escola, desde a primeira visita ao espaço, a família já consegue perceber como a comunidade Magnum é receptiva aos novos alunos e isso encanta a todos. 

Para isso, para receber essas famílias, é dada uma atenção especial ao processo de acolhimento, parte essencial na adaptação escolar. Essa adaptação para as crianças pequenas, que nunca tiveram contato com o ambiente escolar e vão iniciar na Educação Infantil, é ainda mais necessária e faz parte de um processo multidisciplinar. 

Já para os alunos que chegam de outras escolas, a adaptação aos novos ambientes, nova didática e novos colegas é essencial também, para que eles aproveitem tudo o que o Magnum tem de melhor para oferecer, desde a sala de aula até as atividades extracurriculares. 

As famílias podem não estar em sala de aula, mas também fazem parte do processo de aprendizado. Nesse sentido, é importante que os familiares se sintam acolhidos e convidados a fazerem parte do Colégio. Essa adaptação reflete a nossa parceria com as famílias e contribui para que os alunos também se sintam mais seguros durante o processo de mudança.

 

A Educação Infantil e os desafios de conhecer a escola 

Para as crianças pequenas, que nunca frequentaram a escola, um dos maiores desafios é lidar com a separação dos pais. Entender que os pais as deixam na escola e voltam mais tarde para buscá-las. Isto porque, no período de adaptação, acontecem dois processos simultâneos: o de separação dos pais e o de construção de um vínculo afetivo com o novo ambiente. Por isso, a importância da integração família e escola. 

Buscando uma adaptação mais tranquila para todos os envolvidos, procuramos traçar estratégias, de acordo com a necessidade da criança e/ou família. Nesse processo, é importante manter uma mesma pessoa para trazê-la e buscá-la, trazer um objeto ou brinquedo, para deixá-la mais segura nesse ambiente novo. Evitar fazer mudanças na rotina das crianças, aumentar gradativamente o período de permanência na escola, entre outras ações, explica Andréa Abreu de Paula, coordenadora auxiliar da Educação Infantil e do 1º Ano do Ensino Fundamental.

Pensamos no espaço da escola como fonte de brincadeiras, novas descobertas e interações. Por isso, diz a coordenadora, existe uma preocupação em deixar o ambiente receptivo: “É aí que entra o nosso desafio de encantar as crianças. Tudo é pensado, para que o ambiente contribua para o acolhimento e o crescimento dos pequenos, através de experiências construtivas e prazerosas. Todas as atividades, todos os recursos existentes na escola são pensados para que elas queiram ficar ali.” 

“Procuramos oferecer atividades atrativas, interessantes, fazendo uso também das cores nessa ambientação, para que despertem o interesse e a curiosidade da criança, para que, ao entrar naquele espaço, ela já se envolva com o que encontra”, explica. A dinâmica também não acaba nas salas de aula: o parquinho e as áreas externas também são pensados para que a criança explore, sinta-se confortável, livre para desenvolver seus interesses e criar vínculos. 

O tempo de adaptação varia de uma criança para outra e é preciso entender e respeitar esse tempo. Andréa explica que algumas crianças têm necessidade de um período de adaptação estendido e o Magnum busca cuidar desse processo, fazendo uso de estratégias específicas para cada caso. São programados dias de adaptação e, em alguns casos, os pais são convidados a passarem um tempo na escola para que a criança se sinta mais segura. 

Mas, a situação logo é revertida: “Com o passar do tempo, as crianças vão ganhando confiança, vão construindo um vínculo com a professora, com os colegas, até que logo se sentem confortáveis e pertencentes ao espaço. Esse vínculo com a escola é determinante para o sucesso do processo, que envolve fatores como confiança, segurança, atenção, cuidado e carinho”, explica a coordenadora.

 

A chegada a um colégio novo 

Para crianças que chegam ao Colégio no Ensino Fundamental, depois de cursarem a Educação Infantil em outra instituição, há cuidados específicos. É o que explica Lana Medeiros, coordenadora de Formação do 2º ao 5º Ano do Ensino Fundamental: “As principais queixas relatadas por alunos que cursaram o Maternal e/ou a Educação Infantil em outras escolas estão relacionadas aos vínculos afetivos com a outra instituição e com as pessoas que fazem parte delas, especialmente os amigos.” 

Mas existem formas de ajudar nesse processo, de acordo com a coordenadora. “Assim que os pais optam pela troca de escola, é importante um diálogo aberto com os filhos, explicando os reais motivos da decisão", diz. “Inserir os filhos em todas as etapas do processo pode ser favorável para a aquisição desse senso de pertencimento, além de reforçar o respeito mútuo. Eles podem participar desde a primeira visita, para conhecer o espaço físico e a proposta pedagógica da escola, até a inscrição para o processo seletivo, o que auxilia na consolidação dos primeiros vínculos com a nova instituição.” 

“Alguns dos principais receios demonstrados pelos pais nesse período de transição estão relacionados ao desempenho e à atuação dos filhos: se farão amigos, se serão acolhidos, se conseguirão se adaptar à metodologia da instituição, especialmente quando é muito diferente da escola de origem”, explica Lana.

 

O acolhimento dos colegas 

Por isso, aponta a coordenadora, há uma preocupação com o acolhimento de novos alunos por parte dos colegas. “Os veteranos participam ativamente do processo de acolhimento dos novos colegas, porque existem projetos específicos para isso”, que fazem parte dos valores educacionais do Colégio. “Percebemos que quando inserimos os alunos nesse cuidado com os que estão chegando, favorecemos a prática de uma habilidade socioemocional tão necessária para os relacionamentos, que é a empatia.” 

Além de serem acolhidos por professores e pela equipe da escola, explica, “é notável o quanto isso faz toda a diferença para que comecem a se sentir seguros e confiantes no novo ambiente escolar”.

 

A importância da relação com a família 

“Além do trabalho realizado diretamente com os alunos, é de igual importância saber lidar com os pais nesse período, afinal eles também estão passando pela transição e podem se sentir angustiados, ansiosos ou inseguros com a mudança” explica Lana. 

Para isso, é importante que o diálogo esteja aberto a toda a família, para a formação de uma comunidade escolar. “As diretrizes curriculares nacionais e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforçam a ideia de parceria constante entre família e escola, o que pode favorecer o processo de transição e adaptação. Por isso, sempre planejamos propostas de acolhimento que envolvam a todos”, conclui. 

A coordenadora Andréa reforça o papel da escola na construção de uma relação positiva entre estudantes, equipe escolar e família: “Para nós, principalmente com as crianças pequenas, o colo não é só para a criança. É um colo para a mãe, é um colo para o pai, é um colo para essa família para que ela se adapte a essa nova escola, esse novo ambiente”.

 

Adaptação escolar em tempos de pandemia 

Os desafios educacionais durante o período de isolamento também trouxeram mudanças ao período de inscrição e adaptação de novos alunos. Andréa conta que a impossibilidade de visitas presenciais fez com que a equipe do Magnum tivesse que recorrer aos recursos digitais, com muito sucesso, para que os recém-chegados se sentissem parte das turmas antes do primeiro dia de aula. 

“A partir da matrícula, foi solicitado que essas famílias disponibilizassem uma foto da criança, para que ela fosse apresentada aos professores. A professora de sala apresentou também a foto aos coleguinhas, preparando-os para a chegada do novo integrante”, explica. 

O sucesso da adaptação durante a pandemia foi marcante para Luciana, mãe recém-chegada ao Magnum: “Todo processo de mudança é difícil para essa faixa etária”, considera ela, que tem dois filhos: Clarice (7) e Lucas (5). “Na pandemia, o que mais me deixava preocupada era como adaptar a rotina, não ter déficit no aprendizado, e ainda conseguir manter a criança interessada nas aulas on-line”. 

Além disso, a proximidade com a família foi essencial, para que ela se sentisse bem recebida. “Eu me senti muito segura. Desde o primeiro momento, tive um suporte muito grande. Vários setores me ligaram, se apresentaram e se colocaram à disposição para todo o processo de matrícula e adaptação às plataformas de ensino.” 

Luciana, que trabalhou em modelo home office durante a quarentena, achou positivo ter a oportunidade de acompanhar de perto a adaptação. “Foi fundamental para entender um pouquinho de como é o método de ensino do Colégio, das professoras”, conclui. 

O notável do Magnum, de acordo com ela, foi a preocupação dos professores em apresentar os novos alunos aos colegas e respeitar o tempo de adaptação às novas formas de ensino: “Eles foram extremamente acolhidos, dava para sentir o carinho. Os meninos se adaptaram muito bem, gostam bastante das professoras, dos coleguinhas, já ficam falando que queriam encontrar com eles presencialmente, querem estar na escola.”

 

Parcerias para o futuro 

Ainda que o processo de adaptação com a inserção na escola ou mudança de escola possa ser atrelado a muitas novas emoções e precise ser tratado com o cuidado necessário, ele também pode ser muito benéfico.

É uma oportunidade para o aluno tenha novas experiências, entre em contato com a formação completa do Colégio Magnum e desenvolva uma gama de novas habilidades e relacionamentos. 

Para tornar a transição mais fácil, é importante que família e escola trabalhem em conjunto e saibam atender aos anseios dos alunos, porém, mostrando todas as oportunidades novas que vão surgir na formação dessa nova comunidade, dentro da sala de aula e fora dela. 

Quer conhecer melhor como o Magnum está aberto a receber novas famílias? Saiba mais sobre nosso Processo Seletivo.

Inscrições até 13 de dezembro.